quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Entre sonhos e visões
Foi numa conversa entre amigos que surgiu o assunto: os jovens sonham, enquanto os mais velhos, tem visões.
Os jovens tem energia para realizar grandes coisas. Eles seguem em frente, "vão fazendo" porque ninguém disse a eles que era difícil demais, ou que não conseguiriam.
Os mais velhos enxergam longe mas não têm mais forças para ir. Avaliam tudo, conhecem os riscos, as decepções, estão "calejados".
Ali, naquela roda de amigos, alguns já se sentiam "velhos" (apesar de serem jovens). Sentiam-se sem forças para seguir em frente, para realizar coisas novas. Seus sonhos estavam enterrados.
Lembramos então da palavra de Joel 2.28: "E, depois disso, derramarei do meu Espírito sobre todos os povos. Os seus filhos e as suas filhas profetizarão, os velhos terão sonhos, os jovens terão visões".
Como pode um velho voltar a ter sonhos? E como pode um jovem ter visões? Somente pelo Espírito Santo de Deus.
Naquela noite orei: "Incontáveis problemas me cercam, as minhas culpas me alcançaram e já não consigo ver […] meu coração perdeu o ânimo" (Salmo 40.12).
Mas terminei dizendo: "Senhor meu Deus! Quantas maravilhas tens feito! Não se pode relatar os planos que preparaste para nós!" (Salmo 40.5).
Deus ainda tem MUITO para realizar. Se o nosso Deus pinta um céu diferente a cada dia, não faria Ele mesmo novas todas as coisas?
Aline Cândido
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Operação 4 por 1
Jesus sempre evangelizava a partir das necessidades da pessoa (por exemplo: à mulher samaritana pediu água, quando queria oferecer a ela Água da Vida - João 4).
Em Marcos 2.1-12, quatro pessoas levaram um homem paralítico ao encontro de Jesus.
Pense no paralítico e em sua maca. Como fazer para transportá-lo? Carregar um paralítico sozinho é difícil, em dois é mais fácil, mas em quatro pessoas é muito melhor!
Esses quatro homens fizeram "a ponte" entre o necessitado e Jesus. Talvez você não conheça um paralítico, mas ao nosso redor existem muitas pessoas paralisadas emocionalmente: pessoas que romperam relacionamentos, perderam entes queridos ou estão desempregadas, podem estar paralisadas. Como ajudá-las? Levando-as até Jesus.
Em Marcos 2.1-12 descobrimos 4 princípios para evangelização. Podemos chamá-los de Operação 4 por 1.
O primeiro passo para evangelizar alguém é ter COMPAIXÃO da pessoa. Um dos homens que levou o paralítico percebeu a necessidade dele (se compadeceu) e mobilizou outros para o ajudarem (MOBILIZAÇÃO).
Fazer algo sozinho é difícil, por isso é preciso compartilhar a ideia e mobilizar outras pessoas. "Melhor é serem dois do que um… porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro" (Eclesiastes 4.9-10).
Ao chegarem na casa não conseguiram levar o paralítico até Jesus por causa da multidão reunida ali. Por isso tomaram a iniciativa ousada e criativa de fazer uma abertura no teto e baixar a maca em que estava deitado o homem (AÇÃO TRANSFORMADORA).
Jesus, vendo a fé daqueles homens (CONVICÇÃO), perdoou e curou o paralítico. Aleluia! Sucesso na operação 4x1!
Assista aqui ao vídeo da pregação que inspirou este texto.
Aline Cândido
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Referência bíblica:
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Marcos 2.1-12: "Poucos dias depois, tendo Jesus entrado novamente em
Cafarnaum, o povo ouviu falar que ele estava em casa. Então muita gente se
reuniu ali, de forma que não havia lugar nem junto à porta; e ele lhes pregava
a palavra. Vieram alguns homens, trazendo-lhe um paralítico, carregado por
quatro deles. Não podendo levá-lo até Jesus, por causa da multidão, removeram
parte da cobertura do lugar onde Jesus estava e, pela abertura no teto,
baixaram a maca em que estava deitado o paralítico. Vendo a fé que eles tinham,
Jesus disse ao paralítico: “Filho, os seus pecados estão perdoados”. Estavam
sentados ali alguns mestres da lei, raciocinando em seu íntimo: “Por que esse
homem fala assim? Está blasfemando! Quem pode perdoar pecados, a não ser
somente Deus?”
Jesus percebeu logo em seu espírito que era isso que eles
estavam pensando e lhes disse: Por que vocês estão remoendo essas coisas em seu
coração? Que é mais fácil dizer ao paralítico: Os seus pecados estão perdoados,
ou: Levante-se, pegue a sua maca e ande? Mas, para que vocês saibam que o Filho
do homem tem na terra autoridade para perdoar pecados — disse ao paralítico — “eu
lhe digo: Levante-se, pegue a sua maca e vá para casa”. Ele se levantou, pegou
a maca e saiu à vista de todos, que, atônitos, glorificaram a Deus, dizendo:
“Nunca vimos nada igual!”"
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Jesus com você no fundo do poço
João 5
No tanque de Betesda costumava ficar um grande número de pessoas doentes e inválidas (cegos, mancos e paralíticos), sem perspectivas, marginalizadas pela religião e pela sociedade, cuja única esperança era uma superstição: a de a cura estava reservada a primeira pessoa que entrasse naquele tanque, assim que as águas começassem a se movimentar.
Ninguém queria ir até aquele lugar nem ter contato com aquelas pessoas. Tanto que Jesus foi até lá sozinho, nenhum discípulo o acompanhou. Ele se aproximou de um homem que era paralítico há 38 anos e perguntou : "Você quer ser curado?"
A pergunta nos parece óbvia, mas existem pessoas que estão há tanto tempo no fundo do poço que se acostumam e não querem mais sair de lá.
Não era o caso daquele homem, ele queria ser curado. O problema dele era outro: ele não tinha amigos, nem ninguém que pudesse colocá-lo no tanque quando as águas se movimentassem.
Então, no mesmo instante, Jesus disse: "Levante-se! Pegue a sua maca e ande". E o homem que esteve paralítico durante tantos anos pegou a maca e andou.
Graças a Deus nossa fé não está em superstições, mas, sim, em Jesus Cristo, filho de Deus.
Jesus vai aonde mais ninguém quer ir. A religião, a família, os amigos não fizeram nada pelo paralítico, mas Jesus sim. Ele nos encontra no pior momento da nossa vida (no fundo do poço) e nos tira de lá, se assim o desejarmos.
Jesus está disposto a encontrar contigo no fundo do teu poço. Mas você quer sair de lá?
Aline Cândido
Louvor no ônibus
Poucas vezes me sinto tão próxima de Deus quanto quando estou louvando. Não todas as vezes que canto louvores, no carro, no trabalho, enquanto faço outras coisas. Mas naquele momento (raro) quando me desligo de tudo para louvar a Deus, prestar atenção no que estou cantando, cantar pra Ele com toda minha alma, mente e coração - por inteiro. Isso aconteceu dias atrás quando estava indo pro trabalho de ônibus. De carro a gente não desliga, tem que prestar atenção no trânsito, no farol, no possível ladrão... mas de ônibus nem tanto.
Saí de casa com fones de ouvido e separei alguns louvores. Quando entrei no ônibus me desliguei de tudo (do trânsito, das pessoas, do calor, do coletivo lotado) e coloquei o foco nEle, somente nEle. As letras das músicas tornaram-se orações pessoais e eu fiquei emocionada. Tive vontade de levantar as mãos, fechar os olhos, chorar e entregar um pouco mais da minha vida a quem tudo me deu primeiro.
Como Deus é bom. Agradeci por aquele momento, fui trabalhar em paz e na companhia de alguém que, apesar de invisível, é refúgio, fortaleza, socorro bem presente na hora da angústia.
Ps.: Só pra matar a curiosidade, eu estava ouvindo Leonardo Gonçalves. Destaque para as músicas "Minha fortaleza", "Livre sou", "Obrigado" e "Somente seu, Senhor".
Aline Cândido
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Discipulado - A Maternidade Espiritual
A transferência do manto de Elias (que é o profeta mais velho) para Eliseu (seu sucessor) é um ótimo exemplo de um relacionamento entre o mestre e seu discípulo.
Nas escrituras, aqueles que têm sabedoria
compartilham com aprendizes, juntando suas próprias experiências.
Tem uma história linda entre Noemi que
ensinou sua nora viúva sobre a complexidade da lei judaica daquela época. Ela
ajudou Rute a se casar novamente e fazer parte da linhagem do Messias (Rute
3-4).
Mordecai guiou Ester no meio das traições
da corte persa para salvar a vida do povo de Deus (Et 2-7).
Isabel, prima mais velha de Maria mãe de
Jesus, foi sua conselheira nos primeiros meses de gravidez (Lc 1.39-56).
As mulheres da igreja tem um papel especial
de conselheiras. As mais velhas são desafiadas a ter como aprendizes as mais
jovens ou menos experientes (Tt 2.1-5).
Esse processo de educação espiritual
podemos chamar de “maternidade espiritual”.
Discipulado, um ministério positivo e
importante.
Fonte: Bíblia da Mulher / Enviado por Karina Oliveira
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Maridos - casamento com um não-cristão
As escrituras providenciam um incentivo
muito prático para as esposas de maridos não-salvos:
- Ganhá-los sem palavras. Não pregue a um
marido incrédulo. Ele não pode entender verdades espirituais (2Co4.4;1Pe3.1-4).
A regeneração é um trabalho do Espírito Santo. Deus deseja que todos se
arrependam (2Pe 3.9).
- Cultivar um espírito manso e gentil. Uma
esposa salva, algumas vezes, não concorda com o marido não-salvo. Você pode não
concordar, mas isso nunca deve ser motivo de discórdia. Evite agitação e
grosserias. Concentre-se em ser a melhor esposa possível. Relaxe e sinta-se bem
com seu marido. Não o condene. Reflita o amor de Deus por meio de seu caráter
puro e generoso em relação a ele.
- Seja submissa em amor. Demonstre amor e
respeito por seu marido. Entretanto, a submissão não exige que você concorde em
se comprometer com atitudes pecaminosas nem em viver com medo (2Tm 1.7). Caso
seu marido maltrate você ou seus filhos de maneira perigosa, procure a proteção
das autoridades.
- Ore pela salvação de seu marido. Enquanto
a salvação dele não é garantida, sua Fé e orações agem como elemento
catalisador, obstruindo a atuação de Satanás e abrindo o coração de seu marido
para o Espírito Santo (At 16.31).
A Bíblia da mulher
Enviado por Karina Nascimento
domingo, 12 de agosto de 2012
Deus é lindo não é? Eu acho. Semana passada escrevi uma carta pra Jesus, dizendo que minhas esperanças estavam indo pelo ralo e Jesus respondeu. Meu Deus é vivo! Não há como não ouvi-lo e conhecer sua vontade se o buscarmos de todo coração. Aliás, a própria Palavra diz: "Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês', diz o Senhor, 'planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro. Então vocês clamarão a mim, virão orar a mim e eu os ouvirei. Vocês procurarão e me acharão quando me procurarem de todo o coração" (Jeremias 29.11-13).
É assim que estou me sentindo agora: Deus me ouviu e falou comigo! Ele não apaga o pavio que está fumegando, ao contrário, assim como nós, numa festa de aniversário, ficamos torcendo para que a vela do bolo acenda outra vez, assim é Deus conosco. Ele não só torce, mas age para que nosso pavio não se apague, mas se acenda outra vez e ainda ilumine o caminho de outros (por que não?).
Há tanto para aprender e viver. Não há como medir o poder de Deus! Minha oração hoje é que Deus trabalhe em minha vida e na vida das pessoas que eu amo. O Tomé ficou lá atrás, hoje tenho certeza de que Deus fará.
"Sei que Deus fará um caminho onde não há. Não posso ver seu operar, mas o caminho ele fará" (Música God will make a way - Don Moen).
Aline Cândido
domingo, 5 de agosto de 2012
Carta aberta a Jesus
Boa noite Jesus, tudo bem? Aqui quem fala é Tomé. Na verdade sou eu, Aline, nos conhecemos há mais ou menos 12 anos.
Na época eu agi como André. Quando João Batista mostrou a ele o caminho dizendo que o Senhor era o Cordeiro de Deus, André te seguiu sem olhar para trás (João 1.35-40).
Também agi como Maria, sentando-me aos pés do Senhor e ouvindo o que tu me ensinavas (Lucas 10.39).
Aprendi muito, minha vida mudou, eu mudei. E assim como Pedro eu falei: "Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras de vida eterna. Nós cremos e sabemos que és o Santo de Deus" (João 6.68-69).
Sonhei, imaginei o futuro. E meus sonhos não eram tão malucos como os de José (Gênesis 37.5-11).
Busquei, orei, me coloquei em tuas mãos. Quisera eu ter a paciência e a fé de Jó, mas hoje, quem escreve essa carta, a escreve como Tomé (João 20.24-25).
Não me orgulho disso, mas preciso ser verdadeira contigo: está difícil crer.
Ajuda-me a não olhar as circunstâncias mas sim à ti, para que eu não me desespere em meio à tempestade (Mateus 8.23-27). Afinal meus sonhos não são tão difíceis quanto curar um cego de nascença (João 9) ou multiplicar pães e peixes para alimentar uma multidão (João 6).
Bom, pensando bem, talvez seja como transformar água em vinho (João 2), mas nada é impossível para ti.
Ajuda-me! Quero crer para ver!
"O Senhor o guiará constantemente, satisfará os seus desejos numa terra ressequida pelo sol e fortalecerá os seus ossos. Você será como um jardim bem regado, como uma fonte cujas águas nunca faltam." Isaías 58.11
Aline Cândido
Na época eu agi como André. Quando João Batista mostrou a ele o caminho dizendo que o Senhor era o Cordeiro de Deus, André te seguiu sem olhar para trás (João 1.35-40).
Também agi como Maria, sentando-me aos pés do Senhor e ouvindo o que tu me ensinavas (Lucas 10.39).
Aprendi muito, minha vida mudou, eu mudei. E assim como Pedro eu falei: "Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras de vida eterna. Nós cremos e sabemos que és o Santo de Deus" (João 6.68-69).
Sonhei, imaginei o futuro. E meus sonhos não eram tão malucos como os de José (Gênesis 37.5-11).
Busquei, orei, me coloquei em tuas mãos. Quisera eu ter a paciência e a fé de Jó, mas hoje, quem escreve essa carta, a escreve como Tomé (João 20.24-25).
Não me orgulho disso, mas preciso ser verdadeira contigo: está difícil crer.
Ajuda-me a não olhar as circunstâncias mas sim à ti, para que eu não me desespere em meio à tempestade (Mateus 8.23-27). Afinal meus sonhos não são tão difíceis quanto curar um cego de nascença (João 9) ou multiplicar pães e peixes para alimentar uma multidão (João 6).
Bom, pensando bem, talvez seja como transformar água em vinho (João 2), mas nada é impossível para ti.
Ajuda-me! Quero crer para ver!
"O Senhor o guiará constantemente, satisfará os seus desejos numa terra ressequida pelo sol e fortalecerá os seus ossos. Você será como um jardim bem regado, como uma fonte cujas águas nunca faltam." Isaías 58.11
Aline Cândido
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Aparência - a formosura que nunca acaba
Nós, filhos de Deus, que somos a imagem e
semelhança dEle, deveríamos nos cuidar sendo como uma carta conhecida e lida
por todos os homens (2Co 3.2-3). É nossa responsabilidade cuidar do nosso corpo
com princípios básicos como: manter uma aparência limpa, bonita, higienizada,
saudável e apropriada em todas as ocasiões (lazer, trabalho, reuniões, em casa,
na academia, etc).
Negligenciar sua aparência pode diminuir
sua eficácia na obra de Deus, visto que as escrituras descrevem seu Corpo como
um campo de batalha do Espírito Santo (1Co 3.16-17;6.19-20). Quero dizer que o
que é bom conservado internamente é manifesto externamente, “Por que como
imagina a sua alma, assim ela é;...” (Pv23.7).
Nas mulheres a “postura” é essencial para
representar a Cristo. Elas são admoestadas a adornarem seu exterior e também
usarem o adorno que reflete o que há dentro delas, “...seja, porém, o homem
interior do coração, unido ao incorruptível trajo de um espírito manso e
tranquilo, que é de grande valor diante de Deus (1Pe 3.4)”. Estilo e beleza não
precisam fazer concessões. Podemos ter estilo com modéstia e talento.
Nos homens as boas maneiras fazem parte de
sua imagem total. As considerações com opiniões, sentimentos, atitudes,
educação e classe social são oportunidades de refletir o caráter dos “Frutos do
Espírito”. São nessas áreas que podem dar testemunhos de Cristo.
Os cristãos são assistidos e observados de
perto e, a maneira como os outros interpretam suas atitudes, ações e palavras
determinará em grande extensão, a forma que encaram a Cristo.
Quantos maridos chamam as suas esposas de
“burras” na frente de pessoas que não são cristãs? Quantas esposas não são
submissas a seus maridos na presença de estranhos? Quantos homens e mulheres
vivem a “ostentação por dinheiro, classe social” e deixam de lado os que menos
têm?
O amor de Cristo tem que brilhar!
A beleza que permanece e que agrada a Deus
não depende do quadro externo, mas é alcançada com equilíbrio da personificação
do amor de Cristo e com cuidado do trabalho de Deus.
Karina Lira Guelere Oliveira
domingo, 22 de julho de 2012
Um cego sob outra visão
João 9
Aquele homem era cego de nascença, visto pelos vizinhos como um mendigo. A sociedade e a religião já o tinham julgado: sua cegueira deveria ser resultado de seu próprio pecado ou do pecado de seus pais. Era assim que todos o enxergavam. Todos menos um, todos menos Jesus.
Jesus olhou para ele de uma forma diferente. Jesus foi o único que não o enquadrou em nenhum dos julgamentos anteriores. Ele disse: "Nem ele nem seus pais pecaram, mas isto (a cegueira) aconteceu para que a obra de Deus se manifestasse na vida dele" (João 9.3).
Jesus não só olha para os nossos problemas sob outra perspectiva, mas é Ele quem dá a solução e a resposta para tudo. No caso do cego a solução não foi mística nem exótica. Ele passou um pouco de saliva com barro nos olhos do cego e pediu que ele fosse lavar-se no tanque de Siloé, um tanque comum, onde as pessoas pegavam água e lavavam roupas. Nada de lencinho, de copo com água benta ou de varinha de condão. Não são os elementos que fazem diferença, mas sim Aquele que deu a ordem.
Quando nos encontramos com Jesus e com sua obra, nunca mais somos os mesmos.
"Eu vim a este mundo para julgamento, a fim de que os cegos vejam e os que vêem se tornem cegos" (João 9.39).
Aline Cândido
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